quinta-feira, janeiro 25, 2007

Fácil de Entender


Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por saber o que não será melhor, aproximei.Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...sei lá eu o que queres dizer. Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz." Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim... Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. É o amor que chega ao fim. Um final assim, assim é mais fácil de entender... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse é mais fácil de entender. Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. (letra) the gift - fácil de entender

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Mundo em mudança

As temperaturas primaveris que se fizeram sentir na Europa (em pleno Inverno) levaram a que cerca de 15000 aves alemãs ficassem em Bradenburg em vez de migrarem para Espanha, o seu habitat natural no Inverno.


É verdade que ao longo da história do nosso planeta azul sempre houveram constantes mudanças ambientais, geográficas, etc. Já houve um pouco de tudo, Era do gelo, Era dos dinaussauros... O mundo continua em mudança permanente, tem a sua forma natural de mudar, de evolui para algo sempre diferente do que já foi. No entanto, as mudanças do mundo de hoje já nada têm de natural, porque nós humanos decidimos mandar na natureza e como tal a aceleração exponencial que ela está a sofrer pode levar à nossa própria destruíção...
Alarmante é o facto de sermos nós próprios, os Humanos, a impôrmos a velocidade das mudanças, sem noção da consequências dos seus actos no presente imediato, e mais preocupante ainda, no futuro relativamente próximo. A nossa geração já vive com o efeito da Era da Industrialização, das máquinas a vapor, ou, dos fertelizantes super tóxicos, ou, do CO2 libertado pelos nossos carros. O que vivemos e o que fazemos hoje, só na próxima geração se irá sentir as consequências. Desta forma, é tempo de cada um de nós, sem olhar para os outros, fazermos algo por este planeta. Talvez respeita-lo a ele e aos animais, talvez respeitar as outras pessoas, que muitas vezes sem culpa levam por tabela dos erros dos outros.
É hora de perder o egoísmo exorcebado que há em nós, é hora de acordar e saber viver...

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Adormecer

Ouves a chuva cair sobre o telhado de tua casa, ritmica e viva. Bate contra a janela do teu quarto ao mesmo tempo que um assobio longo se ouve pela casa vazia. Estás só! Fechas os olhos, escondes-te na cama, estremeces de medo. Tentas adormeçer mas o frio não te deixa. Esperas desesperadamente o calor, talvez esperas somente o repouso. Estás sozinha, ou melhor, sentes-te sozinha, mas por detrás da noite, num curto instante, no meio da confusão dos teus pensamentos e imagens misturadas e atolhadas na tua mente surge a minha imagem. É a minha presença em ti.
Voltas a abrir os olhos, no meio da escuridão, com vontade de me ver. Sentes frio, mas eis que eu te abraço por detrás e aconchego-te nos meus braços. Não questionas como apareçi a teu lado, somente deixas-te contemplar pela minha presença perto de ti. Voltas a sentir-te segura. No entanto, nunca o deixas-te de o ser. Agora, finalmente, consegues adormecer livre, com um sorriso em teus lábios...

quinta-feira, dezembro 28, 2006

Miguel Sousa Tavares

Miguel Sousa Tavares

"O que mais me custa, neste sórdido episódio da Dona Carolina Salgado, é vê-la sentada a uma mesa a autografar livros como se tivesse escrito um livro. Não escreveu: para começar, aquilo não é um livro, é um pedaço de papel higiénico que, depois de usado, seguiu para uma tipografia e encontrou uma editora disposta a chafurdar na lixeira. Depois, e como é óbvio, a senhora não escreveu coisa nenhuma, nem tem competência para tal: quem lhe encomendou a sale besogne, escreveu-lhe o livro e, no fim, recolheu-lhe a assinatura e deu-lhe aquele grandiloquente e ridículo título de Eu, Carolina, tipo Eu, Cláudio, obra de referência daquela escritora americana de literatura de aeroporto. O livro da Dona Carolina não é sequer literatura de aeroporto: é um dejecto de ressabiamentos e vinganças pessoais que eloquentemente ilustra não as origens ou a educação, mas o carácter da senhora. Porque, se é certo que a educação demora gerações a refinar, o carácter não tem que ver com isso. Ela não tem culpa de vir de onde veio, tem culpa, sim, de ser como é.

Agora, a Dona Carolina vive bem mais do que os seus cinco minutos de fama. Tem as televisões e os jornais aos pés, tem leitores a pedir-lhe autógrafos e tem até (ó, suprema ironia, quem os ouvia a falar dela...!) benfiquistas prontos a acolhê-la e a transformá-la em Maria Madalena ou (deixem-me rir!) Carolina d'Arc. Mas, quando a poeira assentar, a pobre Carolina, como tantos e tantas outras antes dela, vai perceber que falou tanto que se enterrou até ao pescoço e que a validade do veneno que lhe deram para usar não era eterna. Em breve se tornará cansativa, inútil e desagradável à vista. E, então, regressará de onde veio, só que sem câmaras nem holofotes à sua frente e sozinha para enfrentar todos os processos judiciais e chatices de que agora, no seu patético arrebatamento, não deu conta. Exit Carolina."

quinta-feira, novembro 02, 2006

Sei que sou feliz...

Quem sois vós, que vindes até mim com doces vozes mas que para lá do véu escondeis uma rouquidão bruta e amarga. Quem tentais enganar, a mim ou o mundo? Eu tenho os olhos abertos e consigo ver para lá da escuridão. Não preciso de luz para ouvir os vossos corações bater. Batem com a gana de quem querem viver tudo de uma só vez, vivem com a gana do dinheiro, ou melhor, do poder total.
Pensais que sou miserável, talvez aos vossos olhos até seja, pois não tenho dinheiro a jurrar dos bolsos, mas no entanto, vivo e sei viver, não me canso do que tenho e não me iludo pelo que não tenho. Sou o que sou e sou feliz assim. Vivo para amar e acabo sempre amado, pois sou assim, húmilde para aceitar o que me dão e perfecionista para tentar dar sempre o melhor.
Sei que sou feliz e isso basta-me para rejeitar seguir os vossos passos...

sexta-feira, setembro 22, 2006

A minha construção como Homem

Diz-me o que sou. Eu a partir de ti, da tua construção faço de mim homem, cresço e evoluo para algo mais do que agora sou. Dizem que é ganhar maturidade mas eu já tenho a idade do juízo próprio. Não me fitam nem eu deixo que me fitem, deixo-te a ti e ao teu olhar, ao olhar que me olha sempre com um brilho especial. Diz-me a razão do brilho e eu crescerei para a imensidão...

sexta-feira, setembro 15, 2006

Mito Urbano em Sintra

Um acidente estranho na Serra de Sintra. A polícia tratou deste caso!
Isto é um filme que conta a história de uma viagem de 3 jornalistas que iam cobrir uma reportagem a Sintra. Um deles leva uma máquina de filmar.A meio da viagem (aos 4 minutos - o filme tem 7 minutos) perdem-se e fica tudo filmado, tudo...

Click aqui: Filme

Perdi-te

" Na obscuridade do tempo presente é preciso saber estar para saber viver. Vivemos viciados numa sociedade que nos consome os sentimentos. É hora de acordar e começar a vive-los.
Não posso limitar-me à falta de liberdade que me tentam incutir. Posso não sorrir mas consigo amar. Ainda te amo como se ainda vivesses comigo.
Os dias não fazem sentido se seguir a ordem directa das coisas, se fingir que o mundo me agrada quando só penso em ti. Para quê ignorar o facto de sentir-me só se estou só. Estou só…
O bater do coração torna-se doloroso assim que o suspiro se prende em mim e tu apareces na minha mente. Torna-se grotesco a imensidão da solidão no opaco mundo de ideias trocadas. Saio à rua em plena noite de lua cheia, chamei os deuses à terra, os anjos de bata branca e longas asas, não existem mas eu os crio em perfeição. Torno a noite bela, mas a noite não passa de uma criação pura e fértil.
Perdi-te na escuridão de uma noite, vendi a minha alma ao desconhecido, escondi o meu corpo da multidão e numa só noite tornei-me ninguém neste mundo passageiro. "

terça-feira, setembro 12, 2006

11 DE SETEMBRO: CONSPIRAÇÃO INTERNA – “LOOSE CHANGE”


11 DE SETEMBRO: CONSPIRAÇÃO INTERNA – “LOOSE CHANGE”

Um documentário controverso, uma denúncia séria sobre o 11 de Setembro.
Loose Change é um documentário sobre o 11 de Setembro.
Escrito e realizado por Dylan Avery apresenta possíveis explicações sobre o que realmente aconteceu a 11 de Setembro de 2001.
A possibilidade de os ataques de 11 de Setembro de 2001 poderem não ter sido orquestrados por Bin Laden ou membros da Al Qaeda, é uma perspectiva verdadeiramente apocalíptica, aterrorizante e, para aqueles que acreditam numa tal democracia, devastadora.
Nos Estados Unidos já muitos sugeriram que talvez o debate sobre o 9/11 não passe de um infindável chorrilho de suposições sem prova. Mas a questão aparenta também ser a existência de provas tangíveis ocultadas numa sala escura donde nunca verterá uma verdade para a esfera pública.
Em "Loose Change" são-nos apresentadas uma mão-cheia de factos com valor de prova, muitas vezes protagonizados por fontes informativas desde CNN, BBC e Fox News, aos directamente afectados pelo colapso das Twin Towers.
Qualquer justificação que nos seja apresentada - mais ou menos plausível - para que os ataques tenham tido lugar, nunca nos é afirmada como sendo a Verdade. Neste documentário apenas se arquitecta uma tentativa de mostrar uma provável verdade, tenebrosa e potencialmente destruidora se descoberta a sua total concretização.

Retirado de "http://195.245.179.232/EPG/tv/epg-janela.php?p_id=3347"