sábado, julho 26, 2008

Bedshaped, Keane

Many's the time I ran with you down,
The rainy roads of your old town,
Many the lives we lived in each day,
And buried altogether,

Don't laugh at me,
Don't look away,

You'll follow me back with the sun in your eyes,
And on your own,
Bedshaped,
In legs of stone,
You'll knock on my door and up we'll go,
In white light,
I don't think so,
But what do I know,
What do I know,
I know,

I know you think I'm holding you down,
And I've fallen by the wayside now,
And I don't understand the same things as you,
But I do,

Don't laugh at me,
Don't look away,

You'll follow me back with the sun in your eyes,
And on your own,
Bedshaped,
In legs of stone,
You'll knock on my door and up we'll go,
In white light,
I don't think so,
But what do I know,
What do I know,
I know

Bedshaped, Keane


quinta-feira, julho 24, 2008

Dream in Colour

Para ninguém se esquecer de sonhar porque é a partir dos sonhos que moldamos o nosso futuro...



David Fonseca, Dream in Colour

quarta-feira, julho 16, 2008

If you'd know this is going to happen would you have done it?

"If you'd know this is going to happen would you have done it?"

"I would rather have had...
...one breath of her hair...
...one kiss of her mouth...
...one touch of her hand...
...than an eternity without it.
One. "

City of Angels

Cidade dos Anjos

"Cidade dos Anjos" é um dos filmes da minha vida, e hoje, é um daqueles dias em que me apetecia ver de novo este filme. O filme conta a história de uma médica (Meg Ryan) que não acreditava em anjos até se apaixonar por um (Nicolas Cage)...
O filme é excelente e conta com a participação de dois dos meus actores favoritos. Além disso, o filme tem uma banda sonora muito boa e onde podemos encontrar Iris dos Goo Goo Dolls. Reparem na letra pois ela é do melhor que já vi.

And I'd give up forever to touch you
'Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now
And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
And sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am

Iris, Goo Goo Dolls

Algo Teu

É só o nada a bater-nos à porta
E a mim importa-me que estejas a meu lado
Enquanto o medo vai dançando à nossa volta

É só uma imagem que sonhámos doce imagem
Nada que um dia após o outro reproduza
Mas meu amor estaremos sempre de passagem
Esquece o que eles dizem sobre um grande amor
Quem podia mais querer-te como eu
Nada que acredite conseguir mostrar pois é algo teu.

Algo teu, "Pluto" em "Bom dia"

terça-feira, julho 15, 2008

Encontro a solidão nas tuas palavras...

Custa-me mais o frio das tuas palavras que o silêncio da minha solidão!

Woody Allen certo dia disse...

“Quero viver a minha próxima vida de trás para a frente! Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, receber uma pensão, começar a trabalhar, e receber logo no primeiro dia um relógio de ouro. Trabalhar 40 anos até ser novo para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me, ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, ser criança e brincar. Não ter responsabilidades e ficar bébé até nascer. Por fim, passados 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia…acabar com um orgasmo!!!”

sábado, julho 12, 2008

Aparição

Sento-me aqui nesta sala vazia e relembro. Uma lua quente de Verão entra pela varanda, ilumina uma jarra de flores sobre a mesa. Olho essa jarra, essas flores, e escuto o indício de um rumor de vida, o sinal obscuro de uma memória de origens. No chão da velha casa a água da lua fascina-me. Tento, há quantos anos, vencer a dureza dos dias, das ideias solidificadas, a espessura dos hábitos, que me constrange e tranquiliza. Tento descobrir a face última das coisas e ler aí a minha verdade perfeita. Mas tudo esquece tão cedo, tudo é tão cedo inacessível. Nesta casa enorme e deserta, nesta noite ofegante, neste silêncio de estalactites, a lua sabe a minha voz primordial. Venho à varanda e debruço-me para a noite. Uma aragem quente banha-me a face, os cães ladram ao longe desde o escuro das quintas, fremem no ar os insectos nocturnos. Ah, o sol ilude e reconforta. Esta cadeira em que me sento, a mesa, o cinzeiro de vidro, eram objectos inertes, dominados, todos revelados às minhas mãos. Eis que os trespassa agora este fluido inicial e uma presença estremece na sua face de espectros... Mas dizer isto é tão absurdo! Sinto, sinto nas vísceras a aparição fantástica das coisas, das ideias, de mim, e uma palavra que o diga coalha-me logo em pedra. Nada mais há na vida do que o sentir original, aí onde mal se instalam as palavras, como cinturões de ferro, aonde não chega o comércio das ideias cunhadas que circulam, se guardam nas algibeiras. Eu te odeio, meu irmão das palavras que já sabes um vocábulo para este alarme de vísceras e dormes depois tranquilo e me apontas a cartilha onde tudo já tinha escrito... E eu te digo que nada estava ainda escrito, porque é novo e fugaz e invenção de cada hora o que nos vibra nos ossos e nos escorre de suor quando se ergue à nossa face.

Aparição, Vergílio Ferreira

sexta-feira, julho 11, 2008

Creep Radiohead

Creep - Radiohead (1993)

Apesar da música "Creep" ter sido lançada em 1993 como primeiro single do CD "Pablo Honey" dos então ainda desconhecidos "Radiohead" foi somente no ano de 2001, já no novo milénio, e com os Radiohead conhecidos mundialmente e depois de terem lançado mais três CDs, The bends, OK Computer e Kid A, que tomei um verdadeiro contacto (permanente e eterno) com a música e com a melodia contagiante dos "Radiohead".
Inevitávelmente, e, talvez devido à altura em que esta música entrou na minha vida ela passou a ser parte fulcral da minha existência acompanhando-me durante estes anos até aos dias hoje.
Sempre que ouço sou invadido de sensações e sentimentos especiais e desta forma esta é sem dúvida alguma a música nº 1 da minha vida.

Creep - Radiohead
When you were here before
Couldn't look you in the eye
You're just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
I wish I was special
You're so fucking special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
I don't care if it hurts
I want to have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fucking special
I wish I was special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here.

She's running out again
She's running out
She run, run, run, run
Run.

Whatever makes you happy
Whatever you want
You're so fucking special
I wish I was special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here
I don't belong here.

quinta-feira, julho 10, 2008

Alguém mas quem?

A vida é difícil
e nós não temos que ser sempre fortes
só temos é de encontrar alguém
que nos torne a vida mais fácil.